sábado, 18 de abril de 2015

Leitura local

Tje Dort Packet Boat from Rotterdam Bacalmed, Willian Turner.
“...pobre nau Vasco da Gama que aí está em monumentocaricatura da nossa glória naval... E eu não vi nada disso, vi o Tejo, vi a bandeira portuguesa flutuando com a brisa da manhã, a torre de Belém ao longe... e sonhei, sonhei que era português, que Portugal era outra vez Portugal.”

Quando estou em um lugar gosto muito de ler os autores que lá escreveram. Creio ser essa a única forma de entender a história. Em Roma gostaria de ler Horácio, Tito Lívio, Tácio e Juvenal. Em Portugal Duarte Nunes, grande historiador português que destruiu a parte da poesia e deixou só história. A que menos estragou foi a Crônica de D. Fernandes.

Na Inglaterra li Shakespeare. Sr. John Falstaff, um de seus personagens, seria mais materialista que Sancho Pança, com certeza.

Outro dia abri “Os Lusíadas”, de Camões e coloquei-me a lê-lo: que emoção me deu, vi além da narrativa a bandeira de Portugal. Sonhei que era português e que Portugal era Portugal novamente.
Mas o que tudo isso tem a ver com a história? É que a história lida ou contada no lugar em que se passou tem muito mais graça e força. Dessa forma vou a Santarém continuar a história da menina dos rouxinóis.

#autoresfamosos #materialismo #nacionalismo #ambiente&estadodeespírito #digressão #individualismo

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